Oito profissionais com trajetórias consolidadas em cultura, arte, audiovisual e acessibilidade, unidos pelas comunidades do rio Oiapoque.
Um circuito itinerante binacional de formação artística ao longo do rio Oiapoque

Artes Visuais, Serigrafia, Fotografia e Audiovisual em trilha formativa integrada.
Vila Brasil, Vila Vitória, Saint-Georges, Trois Palétuviers e Camopi.
Jovens e adultos formados, 50% das vagas para mulheres e minorias.

Legado bilíngue PT/FR com Libras, audiodescrição e mapas afetivos.
Clique em cada membro para ver trajetória completa, mídias e obras

Documentarista com 12 filmes etnográficos, gestor cultural e articulador binacional.
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20+ anos na fronteira Brasil–Guiana Francesa, logística fluvial e mediação comunitária.
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Artista Visual e oficineira do projeto PNAB 'Filhas de N. Senhora'.
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Diretora de "Exu Rei", atriz da Globo, fundadora do Ponto de Cultura Carimbaby.
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Artista Palikur-Arukwayene, mestranda PPCULT, pioneira em arte digital indígena.
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Licenciando em Artes, bolsista CNPq, cianotipia e desenho contemporâneo.
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Fotógrafo desde 1984, “Imagens da Amazônia”, exposições BR–FR–DE.
Ver portfólio →Acervo visual e sonoro produzido durante as expedições nas margens do Oiapoque — legado do Cine-Floresta para as comunidades de fronteira. Disponível para download gratuito em PDF acessível e navegação interativa no site.
Produto artístico, pedagógico e documental que reunirá todo o acervo produzido nas expedições. Versão web interativa nesta página + PDF acessível para download e impressão, com navegação por leitor de tela e teclado.
Navegação georreferenciada — clique nos pinos, filtros e busca acima.
Georreferenciamento de Vila Brasil, Vila Vitória, Saint-Georges, Trois Palétuviers e Camopi, destacando pontos de oficinas, exibições e rodas de conversa.
Identificação de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas com descrições de patrimônios: festas, folias e tradições.
Dica: use teclado (Tab/Enter) nos pinos — compatível com NVDA/VoiceOver. Mapa também disponível no PDF.
Seleção das melhores imagens produzidas por participantes e oficineiros nas oficinas de fotografia (Paulo Gil), com crédito dos autores e texto descritivo.
Exibindo 9 obras • Clique para ampliar • Todas com audiodescrição
Fotos e vídeos curtos do processo criativo de cianotipia, serigrafia, desenho e grafismos indígenas (Crémerson/Jamylla/Keyla).
Ao sol, com Crémerson — Trois Palétuviers
Com Jamylla — Vila Brasil/Saint-Georges
Grafismos Palikur com Keyla — Camopi
Resumos e trailers exibidos no projeto, com links para acesso completo no YouTube.
Registros das expedições, entrevistas com participantes e depoimentos.
Transcrições e resumos dos debates com produtores culturais locais.
Diálogos sobre modos de vida ribeirinhos e manejo da floresta — Oiapoque e Vila Brasil.
Vozes Wayãpi, Palikur e Teko sobre arte, língua e território — Camopi/Trois Palétuviers.
Serigrafia e fotografia como geração de renda — Saint-Georges/Vila Vitória.
Cultura binacional e editais PNAB/SEIIC — fronteira BR↔GF.
Bilíngue PT/FR e totalmente acessível — para todas as margens.
Para todas as imagens e fotografias.
Vídeos e materiais visuais.
NVDA, VoiceOver compatível.
Sem mouse, para mobilidade reduzida.
Fotos, vídeos e relatos por data e localidade — use a busca acima.
Articulação binacional e Cartas de Anuência
Foto (Paulo Gil) + Cinema (Iran Lima)
5 dias de ateliês + Zine (Jamylla)
Ciclo Wayãpi — cianotipia ao sol (Crémerson)
Formação em território indígena (Keyla + Crémerson)
Atlas + exposição + acessibilidade
Filtre por tema, localidade, autor ou linguagem artística.
Sugira melhorias ou solicite materiais adicionais — resposta em PT/FR.
Terminou de conhecer as obras e produções da equipe do Cine-Floresta? Retorne à sala de estudos do Synapse Lab ou acesse o portal institucional:

Diretora Cinematográfica, Atriz e Produtora Cultural — Bárbara de Castro dos Santos
Nascida em Altamira (PA), mora no Rio de Janeiro desde 2001. Formada em Artes Cênicas (Martins Peña) e direção cinematográfica (Escola Darcy Ribeiro), cursando Letras. Fundadora do Ponto de Cultura Carimbaby Paideguará – Ritmos da Amazônia, com trajetória destacada na direção audiovisual e produção cultural.
Cobertura jornalística, televisiva e streaming dos trabalhos de Bárbara Vento
Curta de 21 min sobre Abdias Nascimento, exibido em 5 cidades do Amapá.
Bloco Carimbaby no CasaBloco, entrada gratuita no CCBB RJ.
Carimbaby, de Bárbara Vento, no Globo Comunidade.
CD inspirado em ribeirinhos do AP e PA.
Chega ao Rio de Janeiro — Artes Cênicas e direção cinematográfica
"Filme Tucuju" e "Pistoleira da Liberdade" + Prêmio Funarte (curta com alunos)
"Desculpem as obras..." + assistente de direção em "Toque Primitivo" (+1M views)
"Exu Rei – Abdias Nascimento" no Zózimo Bulbul — Canal Curta, Prime, Cultne
Carimbaby na Aldir Blanc e Cultura Presente RJ — lives e oficinas online
"Exu Rei" no Festival do Rio — Festival Toca no Globo Comunidade
"Éramos Seis", "Novo Mundo", minisséries e RJ1
Amir Haddad, "Medeia Carimbó", "Dona Mariana" (Colômbia & Brasil)
Ponto de Cultura, Carimbó nas Escolas, SESC, FLIP, CCBB
Funarte 2011, Aldir Blanc 2021, Peixinhos do Rio (SESC Pulsar 2024)
RJ, SP, AP, Festivais na Colômbia e França (Marseille 2021)
Fórum do Carimbó RJ — PL 3465/2024 Dia Dona Onete

Artista Palikur-Arukwayene — Licenciatura Intercultural Indígena, Mestranda PPCULT
Natural da Terra Indígena Uaçá (Amapá), povo Palikur-Arukwayene. Graduada em Licenciatura Intercultural Indígena (2019–2025), mestranda no Programa de Pós-Graduação em Cultura (PPCULT). Participa do PET-Indígena, integra o Teatro Maiuhi e o Coletivo de Artistas Indígenas Waça’Wará. Oficineira de serigrafia (AMIM, 2021). Desenvolve prática artística que descoloniza o olhar, amplifica vozes femininas indígenas e conecta passado e presente através da arte digital.
Exposições e cobertura dos trabalhos de Keyla Palikur
Qualificação de objetos de 100 anos e releituras de fotografias ancestrais (Curt Nimuendaju).
Instalação "Maywaka: mundos entrelaçados, memórias em movimento" no Sesc Quitandinha.
Exposição no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia.
Circuito itinerante em Macapá e outras etapas.
Cinco obras autorais em arte digital que entrelaçam narrativas ancestrais, memórias rituais da Kayka e o manifesto pela preservação das línguas originárias — com seus significados documentados no portfólio oficial
Significado & Conceito: Inspirada no projeto “Memórias de uma Língua que não Pode ser Falada”. A língua é a essência de quem somos — quando se cala, cortam-se nossas raízes. Muitos são privados da língua materna e carregam o peso desse silêncio.
Esta obra destaca a urgência de preservar as línguas originárias, frequentemente silenciadas, mas que constituem o esteio vivo da identidade indígena. É um manifesto visual: que nossas vozes não se percam.
Significado & Conceito: Releitura contemporânea de fotografia de uma antepassada Palikur-Arukwayene, registrada pelo etnólogo Curt Nimuendaju há quase cem anos e preservada no Museu de Gotemburgo.
A obra retrata seu semblante sereno e os adornos tradicionais preparados para o ritual sagrado da Kayka. Honrar sua imagem é trazer ao presente quem o tempo não apagou, resgatando a dignidade e a estética feminina ancestral para inspirar a juventude da Aldeia Kumenê.
Significado & Conceito: Releitura artística das crianças paramentadas para a cerimônia da Kayka wawamna. Em primeiro plano, repousa o banco cerimonial zoomórfico do pajé, adornado com grafismos sagrados e penachos rituais.
A composição celebra a maternidade, o cuidado coletivo e a iniciação dos pequenos nos mistérios e celebrações da floresta, assegurando que o elo de pertencimento e espiritualidade passe intacto de geração em geração.
Significado & Conceito: No povo Palikur, os chapéus rituais dos ihamwri são obras de arte meticulosamente tecidas com fibras, penas, redes e pingentes. São indumentárias sagradas para o encontro cerimonial da Kayka, onde os caruãnas se imergem na presença dos seres espirituais.
Os ihamwri transcendem a matéria: manifestam-se como vento, clarões de luz e energia curativa. O chapéu atua como canal cósmico onde a cura e os saberes ancestrais fluem entre o cosmos e a comunidade.
Significado & Conceito: Obra comovente que homenageia com cores vibrantes dois grandes pilares da sabedoria Arukwayene: o Pajé Lexan e seu neto, o mestre Wet, retratados como guardiões da memória e da cosmovisão de seu povo.
Acima deles resplandece o Pássaro Wet — homenagem ao dono da festa que rege os rituais da Kayka —, cujas asas luminosas abençoam e conduzem os mestres na ponte viva entre a terra dos homens e o reino espiritual.
Obras principais (2022–2023)
Série Metamorfose (2024)
Gotemburgo, Suécia (2023) — Museu de Gotemburgo
Sesc Quitandinha, Petrópolis (2025–2026)
MuBE, São Paulo (2024–2025)
Memória e Mundo Arukwayeno (2024)
Oiapoque — 1ª exposição integrada da fronteira (2024)
Circuito itinerante Macapá (2025–2026)
Aldeia Manga, Expofeira, Festival Indígena, Oiapoque (2018–2023)
Fusão tradição + tecnologia, grafismos Palikur
Releituras fotográficas, narrativas dos clãs, saberes anciões
Mulher indígena contemporânea, silenciamento linguístico
Cerimônia Kayka, seres sagrados (ihamwri), pajés

Documentarista, Fotógrafo, Produtor e Gestor Cultural • Relações Internacionais
Atuante desde 2008 em Cultura, Igualdade Racial, Audiovisual, Produção Cultural e Meio Ambiente. Gerente de Projetos (2011–2013), coordenador do Inventário de Folias Religiosas (12 docs, 2012–2023) e do Florestabilidade (153 professores, Fundação Roberto Marinho).
Cobertura jornalística e televisiva dos projetos coordenados
Florestabilidade — 153 professores, parceria Fundação Roberto Marinho.
Capacitação de professores em sustentabilidade ambiental.
Documentários etnográficos sobre as Folias Religiosas.
Produção fotográfica publicada no catálogo oficial do SESC.
Bacharel em Relações Internacionais • Gestão de Projetos e Empreendimentos Criativos (SENAC/DF – MinC)
Gerente de Projetos e Captação SECULT/AP • Gestor de Convênios Pontos de Cultura
Encontro Binacional Brasil-França (Foto Kontré) — 6 municípios na Guiana Francesa
Inventário de Folias — 12 documentários etnográficos premiados
Florestabilidade — Coordenação Geral AAFCP / Fundação Roberto Marinho (153 professores)
Oficineiro de Elaboração e Captação de Recursos (40+ oficinas nos municípios)
12 filmes — clique para assistir
Oiapoque, Mazagão e Calçoene
Espírito Santo, Jodef, Samaúma, Açaizal e Manga
6 municípios da Guiana Francesa (2012)
Exposição Brazil 973 — Caiena / Guiana Francesa
153 professores formados em sustentabilidade
Fest. Latino-americano Cinema Ambiental, IPHAN, MinC

Especialista em Cooperação Internacional — CEO HD Line International
Mais de 25 anos de experiência na condução de ações de cooperação entre a Guiana, a Europa, o Caribe e a América do Sul, com especial destaque para o Brasil, o Suriname e a República da Guiana. CEO da HD Line International — consultoria e cooperação transfronteiriça com foco franco-brasileiro. Fundador da Amazonian Records (editora musical) e presidente da associação ORACT em São Jorge do Oiapoque (Guyana Francesa).
Negociação Intercultural, Aix-Marseille (França)
IRMA Paris (França)
IUFM Caiena (Guyana Francesa)
Consultoria e Cooperação Transfronteiriça — desde 2024
Crioulo / Francês / Português / Inglês / Sranan Tongo
Brasil, Suriname, República da Guiana, Guiana Francesa
Concepção e gestão de iniciativas transfronteiriças
Integração de setores em cooperação internacional

Artista Visual • Arte-Educador • Pesquisador & Ilustrador Editorial
Acadêmico de Licenciatura em Artes Visuais e membro da Cia Támana Produções. Fotógrafo, ilustrador, designer e artista visual com participação em exposições no Amapá e em âmbito nacional. Bolsista de extensão do Projeto Encanterias (PROFID), bolsista PIBID e de Iniciação Científica (CNPq) no projeto “Entre Marés e Levantes”. Membro do Grupo de Pesquisa Experiências e Dissidências nas Artes Visuais (CNPq) e Laboratório de Poéticas Dissidentes. Monitor universitário na área acadêmica em Bidimensionalidade (ELVIS I) e Pesquisa III. Idealizador, produtor e coordenador do projeto “Diálogos entre paisagens amazônicas”.
“Entre Marés e Levantes” com obras e pesquisa de Crémerson.
Oficina de arte em parceria acadêmica e CRAS Alegria.
Ilustração autoral publicada no portal O Zezeu.
Ilustração do poema “O que tanto assuntava o poeta ?” pela Editora do Senado Federal.
Graduando • Monitor em ELVIS I (Bidimensionalidade) e Pesquisa III (20h semanais cada)
Projeto “Entre Marés e Levantes” • Grupo Experiências e Dissidências nas Artes Visuais
Bolsista de Extensão no Projeto Encanterias e Iniciação à Docência
Workshop “Exercitando a Ilustração a partir de contos literários” (Anita Prades)

Artista Autodidata (Mylla Oliveira) • Pesquisadora em Artes Visuais e Arte-Educação
Formanda em Artes Visuais. Oficineira do projeto “Filhas de Nossa Senhora” (aprovado PNAB 2025) — fortalecendo o protagonismo feminino, economia criativa e patrimônio cultural via serigrafia e artes visuais em territórios tradicionais e quilombolas.
Exposição com obras de Jamylla.
Clássicas e modernas com obras da artista.
Reportagem sobre a mostra.
Obras, oficinas e projetos culturais.
Acrílica 40×60cm • Formato Vertical
Acrílica 40×60cm • Díptico / Vertical
Acrílica 45×75cm • Formato Vertical
Acrílica 45×75cm • Fortaleza de Macapá
Acrílica 50×35cm • Formato Horizontal
Acrílica 50×70cm • Formato Vertical

Fotógrafo • Ator • Dramaturgo
Fotógrafo desde 1984, idealizador do projeto “Imagens da Amazônia” desde 1990. Exposições no Brasil, França e Alemanha. Fundador do Sindicato dos Fotógrafos do Amapá e líder do projeto "Nós e os Nus" (6ª edição). Atuante na formalização do Dia do Fotógrafo no AP.
Exposições na Alemanha, imprensa local e brasileira.
Exposição coletiva que valorizou as raízes tucujus em Macapá.
Artigo sobre o impacto da inteligência artificial na edição e fotografia.
Oficineiro de audiovisual e fotografia com divulgação oficial MinC.
Registros documentais e poéticos capturados pelo fotógrafo Paulo Gil. Obras disponíveis para colecionadores e apoiadores em tiragens limitadas, numeradas e acompanhadas de Certificado de Autenticidade e Procedência assinado.
Horizonte crepuscular sobre as águas amazônicas, contrastes de luz e ribeirinhos em travessia.
Cotidiano ribeirinho e a pulsação das embarcações que conectam os povos da floresta.
A pureza do olhar infantil e o futuro dos povos tradicionais nas margens do Oiapoque.
Expressão de ancestralidade e resistência cultural dos guardiões das margens do rio.
Espelhamento das copas das árvores sobre o rio e a simbiose humana com a floresta.
Série etnográfica que celebra a diversidade e a força do povo amapaense.
O elo visual entre duas nações separadas pelo rio e unidas pela cultura e arte.
Palafitas históricas, texturas de madeira e a devoção popular na Amazônia setentrional.
Colunista em Ananindeua (PA). Encontro com Walter Firmo (FUNARTE)
Walter Firmo, Patrik Pardini e Miguel Chikaoka
“Imagens da Amazônia” — Fortaleza de São José de Macapá
Frankfurt e Berlim (ONG GERA)
Pontão de Cultura Rede Foliar
Início em Tucuruí (PA)
Grupo Vivência (Belém) — Raimundo Pirajá
“Asmodeus” — figurino, texto, ator, direção e espetáculo
14º Festival MG — melhor espetáculo
“Teatro Escola e Comunidade” — MINC