Artes visuais, serigrafia, fotografia e cinema — um rio de saberes entre povos indígenas, quilombolas e ribeirinhos
Um circuito itinerante de formação artística que navega o Oiapoque costurando floresta, rio e fronteira
Cianotipia e desenho contemporâneo, serigrafia manual, fotografia artística e audiovisual se entrelaçam numa trilha formativa amazônica — do gesto à impressão, do olhar à tela.
Navegamos o Oiapoque conectando Oiapoque, Vila Brasil, Vila Vitória, Saint-Georges, Trois Palétuviers e Camopi — fortalecendo laços entre povos Karipuna, Galibi e Wayãpi.
380 jovens e adultos, economia criativa com Zines serigráficos e micro-documentários, 50% de vagas para mulheres e minorias — semente que volta para a comunidade.
Quatro ateliês que se completam como o rio e a mata
Observação sensível do território, desenho contemporâneo e cianotipia revelada ao sol amazônico.
Ao ar livre • luz do solImpressão manual de cartazes e estampas com grafismos e narrativas ancestrais.
Ateliê coletivoNarrativa visual e composição — 40 anos registrando a Amazônia, da luz à escuta.
Imersão intensivaMicro-documentários colaborativos com ética e escuta em comunidades tradicionais.
Câmera na mãoQuem navega o rio com você
12 filmes etnográficos, gestor cultural e articulador binacional. Inventário de Folias e Florestabilidade.
Ver portfólio →20+ anos na fronteira, logística fluvial e diálogo com comunidades indígenas e quilombolas.
Ver portfólio →UNIFAP / CNPq, Grupo Experiências e Dissidências, vivência em quilombos.
Ver portfólio →UNIFAP, "Filhas de Nossa Senhora" (PNAB 2025), protagonismo feminino.
Ver portfólio →Desde 1984, "Imagens da Amazônia", exposições BR–FR–DE.
Ver portfólio →Letras-Libras UFSC, 360h TILS, audiodescrição e mediação.
Ver portfólio →Legado permanente: mapas afetivos, 900+ obras, 10 micro-docs e depoimentos — tudo acessível, com Libras e audiodescrição, como um rio que não seca.
Cartografias do afeto
Cianotipias e serigrafias
Feitos pelos participantes
Libras e audiodescrição
Fevereiro a setembro de 2027 — seguindo a cheia e a vazante
Articulação binacional, materiais, página web e Cartas de Anuência.
Oficinas de Foto e Cinema com Paulo Gil e Iran Lima + roda com produtores locais.
5 dias de ateliês, 3 rodas, 4 noites de cinema e Zine Serigráfico.
Ciclo completo na comunidade Wayãpi com intercâmbio cultural.
Formação em território indígena, protocolos culturais e obra coletiva.
Exposição itinerante, Atlas digital, prestação de contas e encerramento em Macapá.
Fragmentos do que já floresceu
Rio que chama, floresta que responde